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Desabrochada

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Imagem Annita ato falho  quando  cativante e formosa desperta e dispara os corações na inocente intenção de perfumar a rosa não anseia em crescer mas se abre pro que vier e aceita a condição de flores/ser Rosangela Ataíde

no orifício do poema

._no_. __orifício do poema__ ...este gerador de ofícios...  no qual___________registro .________o que penso________. .__________...o...___________. .__________que sinto__________. ...o que há_________de dúbio... .se na_____________verdade. ,________deixo_________, .__meus vestígios__. ___(nos)___ silêncios? nos termos *** fictícios do conceito (°) rosangela a.

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a velhice me aguarda... atroz na porta bate toc toc tac na minha coluna já chegou seu track talha minha pele meu traço na memória o escasso e eu que imaginava um porvir cósmico estilo Jetsons me deparo com um mundo sangue Capitão Nascimento rosangela ataíde

sandice

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um grito lancinante rompeu a pausa o estrondo deu play só então ouve silencio ...tudo parou neste instante rosangela ataíde

eu não sou poeta...

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eu não sou poeta nem tampouco artista mas tenho às vistas palavras descabidas que me tatuam asas como de borboletas é que não me cabe o sensato do ver apenas ou o comentário sobre a mesa necessário é o pensar o sentir o falar o flash da minha kodak o traço do meu desenho ...a letra e ainda assim eu não caibo no que digo nesta embriagues contida neste copo no contorno logrado do meu corpo eu não sou poeta... eu só não caibo mais em mim. rosangela ataíde

.trans.tornos.

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homem! que és trépido, se ao olhar apenas me vês? há espanto que soou insana há tempos que sou o alarme ... e só agora vês? rosangela ataíde imagem: lakandula

Alice in chains

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no adorno deste poema minha renuncia meu exílio minha luta não detenho esta percepção que se realça na moldura do pensar nem posso eis as palavras doces ao olhar fel ao rasgar do véu de quem anseia asa sonho altivo desta letra que se entende  cativa e sempre drama Rosangela Ataíde

Náumaco

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Rosangela Ataíde eu que sei  tuas dores e não me entrego ao adeus desertora. por que sei: povoam e provam  sua fé os teus pavores não me atrevo ir. corro o risco de voltar marinheira que sou... a cada porto não parto, tão pouco afundo o navio. pois verei parir você  neste guerrear e que vença... mesmo que vencido! Rosangela Ataíde
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Todos em seus rumos traçados - nas noites de risos vulgares... Dispensados em lugares outrora exaltados desfeitos em alianças fugazes ...Exaltadas em noites de frio, do Rio que lindo continua Rio... Ah! Saudade deixada na boca. da menina. Das bocas e bocas beijadas nas longas tépidas noites alucinadas Nas ruas  vulgares do Rio! Rosangela Ataíde Vídeo:  Saudoso Tony Platão: Pros que estão em casa

Base de cetim!

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mãos  acariciadoras mãos... dedos, ossos, pelos e poros. manchadas pela fritura na cozinha, envelhecidas pelo tangue de concreto, a escova de madeira. companheiras de toda vida, tecem emoções e talvez alguma poesia... por essa unha encravada e dolorida, que sangra, apoia e segura depile a churréia disfarce de esmalte areia, base de cetim... e corte "quadradinha" mãos! editado Rosangela Ataide