a dizer das incertezas, apalpo o impossível caótico e me demoro nele. a ver, em meu mergulho uma ponte submersa, inútil em minha condição humana - ainda assim há ponte - dizem, ato falho. talvez seja, para que me salve de mim. a mesma se lança ao céu e me convida. mas para prosseguir necessários seriam os elos conectados, a via nítida e até respirável. o favorável no cruzamento, o encontro, você que amo, sem que te leve a escolher mal por manipulação de quem mal fala e fala apenas o que já se disse em inumeráveis bocas... numa tentativa de me adequar ou quase. quebro a palavra que me de/genera, estou vazia dela e por estar vazia, me perco nos hiatos. eles são halos, ralos de depuração... ora, que dizer agora? a questão não é dizer, é ir... e para onde vou? esperar também é seguir? seguir na espera? devo, para passar o tempo, juntar as palavras e comê-las... cuspir depois? e já não é o que faço? decidi... não vou esperar, vou sair às ruas, esquentar meu sangue, me irritar no trâns...