Vida
puxa o arreio enquanto me lambe a face me suspenda o corpo ao me laçar enquanto nesse estábulo fico arredio me morde para que eu, grite ao gemer me lança em precipício e não me deixe trotar ...em direção ao abismo me dê gozo, Vida me tire lágrimas se for preciso __ contra o vento, meus olhos lacrimejam ante ao furacão do abraço outro ainda que esteja vazio, ou perdido e diante a ti, Vida desafio com um sorriso sacana — você não consegue, mais que isso? e eis que você aperta meu pescoço até não sobrar nenhuma fúria em ti nenhuma força em mim e após, peço num quase inaudível sussurro — Vida, pisa leve assim machuca está doendo um pouquinho me apazigua Rosa